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Haddad venceu Bolsonaro em 214, dos 217 municípios maranhenses

Postado Por: Claudio Mendes
Data da Publicação: 29 de outubro de 2018
Fonte: Redação
Foto Reprodução
Assim como nos demais estados do Nordeste, se dependesse do Maranhão, Jair Bolsonaro (PSL) não seria eleito presidente do Brasil.

Por aqui, o ex-capitão do Exército foi humilhado por Fernando Haddad (PT).

73,26% (2.428.599) dos 3.315.060 eleitores maranhenses que foram às urnas neste domingo (28) votaram em Haddad (PT); Bolsonaro foi escolhido por apenas 26,74% (886.461) do eleitorado.

Foi a segunda maior votação proporcional do petista no país, maior até que a votação do governador Flávio Dino (PCdoB) no primeiro turno.

Bolsonaro só venceu nos municípios de São Pedro dos Crentes, Açailândia e Imperatriz. Na capital, ele venceu na 76ª zona eleitoral.

Roseana Sarney divulga nota de repúdio apos o ataque a Bolsonaro

Postado Por: Claudio Mendes
Data da Publicação: 07 de setembro de 2018
Fonte: Redação
Jair Bolsonaro (PSL), candidato à Presidência da República, está hospitalizado na UTI da Santa Casa de Juiz de Fora (MG), após ser esfaqueado - 06/09/2018 (Twitter/Reprodução)

                                                            NOTA DE REPÚDIO
 

O atentado ao candidato Jair Bolsonaro é um ato lamentável que fere a alma democrática do povo brasileiro e só contribui para radicalizar ainda mais o processo eleitoral do país. Esperamos que o candidato tenha pronto restabelecimento e retome a sua campanha.

ROSEANA SARNEY
candidata ao Governo do Maranhão


Últimas notícias sobre o ataque a Bolsonaro

Jair Bolsonaro, candidato do PSL à Presidência, deixou em uma ambulância a Santa Casa de Juiz de Fora, na manhã desta sexta-feira, 7, para onde foi levado após ser esfaqueado na região do abdômen na tarde de ontem. Ele é levado para o hospital Albert Einstein, em São Paulo. O deputado federal, que teve de receber transfusão de sangue durante a operação, está estável. Todos os à presidência repudiaram a violência. Até o momento, Ciro Gomes (PDT), Marina Silva (REDE), Geraldo Alckmin(PSDB) e Guilherme Boulos (PSOL) cancelaram suas atividades de campanha em solidariedade.

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, sem manifestou em nota: "A violência contra candidato e eleitores é violência contra a democracia, que exige convivência pacífica, direito de reunião e liberdade de expressão. As eleições devem ser livres e justas, para que a vontade popular seja exercida sem qualquer coerção, pelo que são inteiramente incompatíveis com atos de violência".